O que o dermatologista avalia nas unhas?
A médica observa cor, espessura, formato, descolamento e a pele ao redor da unha. Além disso, a dermatoscopia amplia detalhes que não aparecem a olho nu.
Procurar um dermatologista especialista em unhas no RJ costuma acontecer quando algo muda na aparência ou no conforto das unhas. Manchas, descolamento, espessamento e dor ao redor da unha têm causas diferentes, e muitas se parecem. Por isso, o diagnóstico correto depende de exame clínico e, muitas vezes, de exames complementares.
Além disso, as unhas refletem a saúde da pele e, em alguns casos, de todo o organismo. Assim, a consulta investiga hábitos, medicamentos e o histórico de cada alteração.
A seguir, você confere os exames mais usados, os tratamentos das queixas mais comuns e as dúvidas frequentes. Para uma visão geral, consulte também o conteúdo sobre doenças das unhas. Dessa forma, você aproveita melhor o tempo da consulta.


Se você procura um dermatologista especialista em unhas no RJ, agende sua avaliação no Grupo Caru Moreno, na Barra da Tijuca. Assim, a equipe organiza o seu atendimento pelo WhatsApp.
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro · Indicação de tratamentos após avaliação individual.
A médica observa cor, espessura, formato, descolamento e a pele ao redor da unha. Além disso, a dermatoscopia amplia detalhes que não aparecem a olho nu.
Não. Psoríase, traumas e o uso frequente de esmalte também alteram a cor. Por isso, o exame micológico confirma a micose antes do tratamento.
Faixas escuras que surgem ou mudam, sangramento sem trauma e feridas persistentes pedem avaliação logo. Contudo, a maioria das alterações nas unhas tem causa benigna.
Use as setas ou deslize para ler as 10 questões.
A médica coleta fragmentos da unha e da pele logo abaixo dela. Em seguida, o laboratório analisa o material ao microscópio e, na cultura, identifica o fungo.
1 / 10A dermatoscopia usa uma lente de aumento com luz especial, no próprio consultório. Assim, a médica analisa faixas, manchas e pequenos vasos com mais precisão.
2 / 10A biópsia entra no plano quando uma faixa escura ou uma lesão persistente não tem explicação clara. Nesse sentido, a médica retira um pequeno fragmento com anestesia local, e o laboratório confirma o diagnóstico.
3 / 10Primeiramente, a médica trata a inflamação e orienta o corte correto da unha. Contudo, nos casos que voltam com frequência, uma pequena cirurgia com anestesia local pode remover a borda que encrava.
4 / 10Tem, e o tratamento depende da causa. Por exemplo, traumas, micose, psoríase e alguns produtos provocam o descolamento, como explica o conteúdo sobre unha descolando.
5 / 10Tem, mas o resultado exige paciência, porque a unha cresce devagar e a micose pode voltar. Assim, o plano pode combinar medicamentos orais, esmaltes antifúngicos e cuidados em casa, após a confirmação da micose.
6 / 10Muitas faixas surgem por pintas benignas, traumas ou medicamentos. Contudo, faixas que alargam, escurecem ou mancham a pele ao redor pedem avaliação, porque podem indicar melanoma.
7 / 10Água em excesso, produtos de limpeza e esmaltações frequentes enfraquecem as unhas. Além disso, a remoção agressiva do gel favorece a descamação, como mostra o conteúdo sobre unhas frágeis após o gel.
8 / 10Pode. Pequenos furos, manchas amareladas e descolamento aparecem com frequência em quem tem psoríase. Por isso, a avaliação das unhas ajuda no diagnóstico e no acompanhamento da doença.
9 / 10Pode fazer. A cutícula protege a unha contra a entrada de bactérias e fungos, o que reduz o risco de inflamação ao redor. Dessa forma, o ideal é hidratá-la e empurrá-la com delicadeza.
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Primeiramente, a médica pergunta quando a alteração começou e quais produtos e procedimentos você usa. Em seguida, examina as unhas das mãos e dos pés, a pele e o couro cabeludo.
Além disso, a dermatoscopia ajuda a analisar faixas, manchas e pequenos vasos. Dessa forma, a médica decide se o caso pede exames ou se já permite iniciar o tratamento.
Por fim, a consulta termina com um plano claro e prazos realistas. Afinal, a unha da mão leva meses para se renovar, e a do pé leva ainda mais.

O exame micológico identifica fungos e evita tratamentos desnecessários. Por outro lado, quando o resultado vem negativo, a médica investiga outras causas, como psoríase e traumas repetidos.
A biópsia da unha, por sua vez, investiga lesões sem explicação clara, sobretudo faixas escuras. Ademais, o procedimento acontece com anestesia local, e o laboratório analisa o fragmento.
A Academia Americana de Dermatologia orienta avaliar faixas escuras, unhas descolando e mudanças de cor ou formato. Portanto, observar as unhas com regularidade faz diferença.

Na micose, o tratamento combina medicamentos orais ou tópicos, conforme a extensão e a saúde de cada paciente. Além disso, a médica orienta cuidados com calçados, alicates e ambientes úmidos.
Na unha encravada, o plano vai do corte correto à pequena cirurgia nos casos recorrentes. Da mesma forma, a psoríase nas unhas pode receber medicamentos locais, infiltrações ou tratamentos sistêmicos.
Por outro lado, unhas frágeis costumam melhorar com pausas na esmaltação, hidratação e proteção contra água e produtos de limpeza. Assim, cada tratamento respeita a causa, e não apenas a aparência da unha.

Os fungos deixam a unha amarelada, grossa e quebradiça. Por isso, o exame micológico confirma o diagnóstico antes do tratamento.

A borda da unha penetra na pele e causa dor e inflamação. Assim, o corte reto e calçados confortáveis ajudam na prevenção.

O descolamento cria um espaço sob a unha que acumula sujeira e fungos. Além disso, a causa precisa de investigação.

Faixas novas, largas ou que mudam de cor pedem avaliação. Contudo, a maioria tem causa benigna.

Pequenos furos e manchas cor de salmão sugerem psoríase. Dessa forma, a avaliação das unhas complementa o exame da pele.

Unhas que lascam e descamam sofrem com água, produtos e esmaltações. Portanto, pausas e hidratação fazem diferença.

A paroníquia deixa a pele vermelha, inchada e dolorida. Por isso, a médica trata a causa e orienta a proteção das mãos.

As verrugas periungueais costumam resistir a tratamentos caseiros. Assim, a médica escolhe a técnica conforme o tamanho e o local.
Um dermatologista especialista em unhas no RJ avalia a unha, a pele ao redor e a sua rotina. Assim, exames como o micológico, a dermatoscopia e, quando necessário, a biópsia orientam o diagnóstico e o tratamento. Além disso, no Grupo Caru Moreno, na Barra da Tijuca, a equipe acompanha cada etapa com prazos realistas.
Em geral, não. A coleta raspa pequenos fragmentos da unha e da pele abaixo dela. Por isso, a maioria dos pacientes tolera bem o exame.
Sim. Em geral, a médica orienta retirar o esmalte e suspender antifúngicos tópicos por um período antes da coleta. Assim, o resultado fica mais confiável.
Depende do local e do tamanho do fragmento, e a médica explica esse risco antes. Contudo, o planejamento da técnica busca preservar ao máximo o formato da unha.
Pode voltar, sobretudo com corte curvo e calçados apertados. Por isso, nos casos recorrentes, a médica pode indicar a remoção da borda lateral da unha.
Em geral, o tratamento leva meses, porque depende do crescimento da unha saudável. Assim, a unha do pé costuma exigir mais tempo que a da mão.
Em casos leves e iniciais, pode resolver. Por outro lado, micoses extensas costumam exigir medicamento oral, com acompanhamento médico.
Pode, com alguns cuidados. Por exemplo, leve o seu próprio alicate, preserve a cutícula e faça pausas entre as esmaltações.
O uso frequente e a remoção agressiva podem enfraquecer as unhas. Assim, pausas e uma remoção cuidadosa ajudam a preservar a lâmina.
Só fazem sentido quando há indicação. Portanto, converse com a médica antes de usar suplementos por conta própria.
No Grupo Caru Moreno, na Barra da Tijuca, a equipe avalia unhas, pele e cabelos. Além disso, a clínica fica na Av. Embaixador Abelardo Bueno.
Leve exames anteriores e a lista de medicamentos em uso. Da mesma forma, vá sem esmalte, para que a médica observe as unhas com detalhes.
A consulta é particular. Contudo, planos com livre escolha permitem pedir o reembolso, conforme o contrato.

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Siga a dermatologista Dra. Ana Carulina Moreno e conheça o Grupo Caru Moreno, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Este conteúdo é informativo. A indicação de tratamentos depende de avaliação individual.